segunda-feira, 22 de Setembro de 2008

the boxes for the jet plane





domingo, 14 de Setembro de 2008

leaving on a jet plane



o novo mundo de x acabou e transformou-se no mundo de x.

pensei num texto para escrever, agora, com o fim desta etapa. depois achei que não faria qualquer sentido analisar fosse o que fosse - está tudo aqui - o que sou, o que espero ser, o que começou, o que ficou e o que acabou.
estas páginas, palavras, imagens, músicas, sentimentos, não são só a construção de um mundo (que era novo quando a busca começou) em que quero viver, mas a aquisição de todos os elementos que o integram e todas as perspectivas que o alicerçam ou fundam.

o mundo de x já existe.

agora vou para «a cidade sem centro» que era a etapa final para a nau alcançar. 'leaving on a jet plane' como me segredaram ontem ao ouvido (no ouvido a que cantaram antes, quando o leaving on jet plane era apenas uma miragem ). vou ser feliz. fechar esta porta. abrir uma janela das tantas que fotografei.

a cidade sem centro.

todas as pessoas que por aqui foram passando, que por aqui fui conhecendo através de palavras vão na bagagem comigo, a nau é suficientemente grande para levar tudo isto. obrigada, com o coração apertado (é o que sinto ao escrevê-lo).


leaving on a jet plane


quinta-feira, 7 de Agosto de 2008

heartbeats





campo 24 de agosto


segunda-feira, 21 de Julho de 2008

parabéns rtp *



the life and opinions of tristram shandy

conhecemos as pessoas na altura certa?










como se estivéssemos todos ligados por os fios de uma teia de aranha num mundo mais próximo que distante, como se houvesse cumplicidades pré-definidas ou determinadas, como se houvesse palavras certas mas só porque se enquadram no momento, mas também porque são ditas por aquela boca e não por outra.

há pouco tempo conheci um amigo certo, acho. como se estivesse perdida num conjunto de medos, ansiedades, devaneios (desânimo até, sim...) e duas ou três palavras desse amigo mudaram tudo isso. não foram grandes palavras. não. «trabalho muito» e bastou. não sei explicar porquê mas passei a ver tudo de um modo diferente. talvez tudo seja demais, mas a névoa de semanas (meses?) desapareceu. trabalhar. sim.

depois pensei. porque não terá aparecido antes e que 'tudo' (relativamente ao meu trabalho) teria sido diferente... qual teria sido a altura certa? não poucas vezes penso que posso não ir a tempo, o comboio ir demasiado longe, a seara ser demasiado extensa...

o meu novo amigo fez-me perceber que podemos ser grandes naquilo que fazemos se «trabalharmos muito» e se quisermos ajudar pessoas que são realmente boas naquilo que fazem e sendo esse o teu maior propósito, novo amigo, ajudaste-me a mim (não sendo especialmente boa naquilo que faço) sem que o pudesse saber. por isso, talvez tenha sido a altura certa.

entretanto lembrei-me que ainda há uns quantos dias (semanas?) um outro amigo me havia dito "work hard, dream harder". então... os fios da teia de aranha fazem sentido e vivemos todos na mesma, à espera de nos conhecermos, percorrendo-a, para nos encontrarmos.


sexta-feira, 18 de Julho de 2008

90-mile water wall



finalmente,'national'.guimarães.hoje.

sábado, 12 de Julho de 2008

grão de amor




o amor é um bocadinho disto...acho. *